segunda-feira, 30 de novembro de 2009

a beleza e o talento da minha amiga Margaret Marinho...

Essa é a minha amiga Margaret Marinho, da MondoWeb Design (WWW.MONDODESIGN.COM.BR), em Bahrain, com o Prime Minister, Shaikh Khalīfa bin Salman al Khalifa.

Como vocês podem conferir, passeando pelo seu site, a Margaret Marinho é responsável pela Programação Visual de várias empresas de sucesso e me acompanha, na Verde Que Te Quero Verde, há quase 10 anos, com todo o seu bom gosto, talento e criatividade...



A simpatia da romã...
















No Dia de Reis, dia 6 de janeiro, pegue uma romã e retire 9 sementes pedindo aos 3 Reis Magos, Baltasar, Belchior e Gaspar que nesse ano que se inicia você tenha muita saúde, amor, paz e dinheiro.
Depois pegue 3 das nove sementes, enrole em uma nota e guarde na carteira.
Essas sementes ficarão dentro da carteira para nunca faltar dinheiro.
As outras 3 você engole e as últimas três que sobraram você joga pra trás fazendo o pedido que desejar.

Fonte: Internet.

domingo, 29 de novembro de 2009

FESTA DE REIS EM OUTROS PAÍSES...

















Na França, existe um costume antigo de consumir uma espécie de torta doce e recheada, a "Galette des Rois", em todo o mês de janeiro, e principalmente no primeiro domingo de janeiro, Dia de Reis.
Ao comprar a galette em "Boulangeries" (padarias) ou "Pâtisseries" (docerias), o francês ganha duas coroas de papel. Essa tradição vem desde a época dos romanos, quando se colocava uma "fève" (fava) seca ou grãos de feijão dentro da torta para se escolher o "Rei do Dia". Quem encontrar a fava na sua fatia, é eleito rei por um dia e tem até o direito de escolher a sua rainha. Atualmente, essa fava seca foi substituída por uma figura de porcelana.
É, com certeza, uma comemoração muito popular que faz a alegria de crianças e adultos.
A "Galette des Rois" francesa é preparada com massa folheada e recheada com um "Crème Frangipane" (creme de amêndoas), muito perfumado e delicioso, receita criada pelo pâtissier francês Pascal Regnault, especialista também em crepes, galettes e outras delícias francesas.
Na Itália e na Espanha, a galette é feita de pão doce em forma de coroa, decorado e recheado com frutas cristalizadas.

BOLO DIA DE REIS

INGREDIENTES:

200g de manteiga
200g de açúcar
200g de amêndoas em pó
4 ovos
75g de farinha de trigo
2 discos de massa folheada de 3ml de espessura
Fôrma de 22cm de diâmetro
2 ovos ligeiramente batidos para pincelar a massa

MODO DE PREPARO:

Bata em batedeira a manteiga com o açúcar e as amêndoas. Depois que a mistura clarear e crescer, junte aos poucos os quatro ovos, um de cada vez, sem parar de bater. Incorpore por último a farinha e bata mais um minuto, só para misturar. Reserve na geladeira.

Montagem:

Coloque um disco de massa folheada na fôrma e espalhe por cima o creme. Coloque uma e cubra com o segundo disco de massa folheada. Pincele com ovo batido. Asse em forno pré-aquecido a 200°C, durante aproximadamente 25 minutos. Deixe esfriar, desenforme e sirva.

Rendimento: 10 porções.

Fonte: Internet.

sábado, 28 de novembro de 2009

A Folia de Reis...




















A Folia de Reis é uma festa religiosa de origem portuguesa, que chegou ao Brasil no século XVIII.
Em Portugal, em meados do século XVII, tinha a principal finalidade de divertir o povo, enquanto aqui no Brasil, passou a ter um caráter mais religioso do que de diversão.
No período de 24 de dezembro, véspera de Natal, a 6 de janeiro, Dia de Reis, um grupo de cantadores e instrumentistas percorre a cidade entoando versos relativos à visita dos Reis Magos ao Menino Jesus.
Passam de porta em porta em busca de oferendas, que podem variar de um prato de comida a uma simples xícara de café.
A Folia de Reis, herdada dos colonizadores portugueses e desenvolvida aqui com características próprias, é manifestação de rara beleza.
Os preciosos versos são preservados de geração em geração por tradição oral.

INSTRUMENTOS:

Os instrumentos utilizados são: viola, violão, sanfona, reco-reco, chocalho, cavaquinho, triângulo, pandeiro e outros instrumentos.

PERSONAGENS:

Os personagens somam doze pessoas e todos os integrantes do grupo trajam roupas bastante coloridas, sendo eles: Mestre, Contra-Mestre, os Três Reis Magos, Palhaço e Foliões.

1.O Mestre e Contra-mestre: donos de conhecimentos sobre a manifestação, são aqueles que comandam os foliões.

2.O Palhaço: com seu jeito cínico e dissimulado, deve proteger o Menino Jesus, confundindo os soldados de Herodes. O seu jeito alegre e suas vestimentas coloridas são responsáveis pela distração e divertimento de quem assiste à apresentação. Representando o Mal, usa geralmente máscara confeccionada com pele de animal e vai sempre afastado um pouco da formação normal da Folia, nunca se adiantando à "bandeira". Apesar de seu simbolismo, é personagem alegre, que dança e improvisa versos, criando momentos de grande descontração.

3. Os Foliões: grupo composto de homens simples, geralmente de origem rural; são os participantes da festa que dão exemplo grandioso através de sua cantoria de fé.

4.Reis Magos: os Três Reis Magos fazem a viagem da Esperança, certos de encontrarem sua estrela.

A FESTA:

Até há pouco, podia-se ouvir ao longe ou, com sorte, encontrar, vindo de bairro distante, um grupo especial de músicos e cantadores, trajando fardamento colorido, entoando versos que anunciam o nascimento do Menino Jesus e homenageiam os Reis Magos.
Trata-se, naturalmente, da Folia de Reis que, no período de 24 de dezembro a 6 de janeiro, Dia de Reis, peregrina por ruas à procura de acolhida ou em direção a algum presépio.
Com sanfona, reco-reco, caixa, pandeiro, chocalho, violão e outros instrumentos, seguem os foliões pela noite adentro em longas caminhadas, levando a "bandeira" (estandarte de madeira ornado com motivos religiosos), a qual tributam especial respeito.
Vão liderados por mestre e contra-mestre, figuras de relevância dentro da Folia por conhecerem os versos - são os puxadores do canto.

"Era meia-noite em ponto
Bateu asa e cantou o galo
Bateu asa e cantou o galo..."

"Que Jesus dê vida e saúde
Só voltamos para o ano
Só voltamos para o ano..."


Os foliões cumprem promessa de, por sete anos consecutivos, saírem com a Folia e arrecadar em suas andanças donativos para realizarem anualmente, no dia 20 de janeiro, Dia de São Sebastião, festa com cantorias e ladainhas.
Durante a caminhada, é carregada a "bandeira" do grupo, um estandarte de madeira enfeitado com motivos religiosos.
O ponto alto da festa se dá quando dois grupos se encontram. Juntos, eles caminham em direção ao presépio da festa, o ponto final da caminhada.

Exemplo de música:

"Ó di casa, ó di fora
Qui hora tão excelente
É o glorioso santo Reis
Qui é vem do Oriente

Ó de casa, ó de casa
Alegra esse moradô
Que o glorioso santo Reis
Na sua porta chegô

Aqui está santo Reis
Meia-noite foras dóra
Procurou vossa morada
Pedino sua ismola

Santo Reis e Nossa Senhora
Foi passeá em Belém
São José pediu ismola
Santo Reis pede também

A ismola que vóis dá
Nois viemo arrecebê
O glorioso santo Reis
É quem vai agradecê

Santo Reis pede ismola
Não é ouro nem dinhêro
Ele pede um agitoru
Um alimento pros festero

Sôr dono da casa
Vem abri as portaria
Recebê santo Reis
Com sua nobre folia

Sôr dono da casa
Alevanta e cende a luz
Vem a ver santo Reis
O retrato de Jesus

Paremo na sua porta
Com oro na balança
Aqui tamo a sua espera
Da sua determinança

Deus te sarve casa nobre
Nos seus posto tão honrado
Ande mora gente nobre
Que de Deus é visitado

Deus o sarve a luz do dia
Deus o sarve a claridade
Deus o sarve as três pessoa
Da Santíssima Trindade

Deus o sarve as três pessoa
Com a sua santidade
É três pessoa divina
Aonde nasce a divindade

O sinal da Santa Cruz
É principo de oração
É o principo desse canto
Desta rica invocação

Deus te sarve oratóro
É coluna que Deus fez
Hoje tá visitado
Do glorioso santo Reis

Deus te sarve oratóro
Cum todo seus ornamento
Deus te sarve as estampinha
E as image qu’estão dentro

Deus te sarve as image
As pequena e as maió
Numa rica divindade
Sincerra em uma só

Sôr dono da casa
Alegra seu coração
Arreceba santo Reis
Com todo seus folião

Santo Reis desceu do céu
Cortano vento nas asa
Vei pedi um agasaio
Para o dono desta casa
Santo Reis e vem girano
Cançadim do trabaio
Procurô vossa morada
Pra pedi um agasaio

Santo Reis veio voano
Nos are fez um remanso
Procurô sua morada
Pra fazê o seu descanso

Sôr dono da casa
Muito alegre deve está
Do glorioso santo Reis
Hoje vei lhe avisitá

Concluímo este canto
Fazeno o siná da cruz
Pade, Fio, Esprito Santo
Para sempre, amém Jesus

"Santos Reis vai despedindo
Deixando muita saudade.
Vai deixando muita benção
Pro povo desta cidade."


Fonte: Internet.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Os Reis Magos...


















Da Revista Super Interessante – Janeiro de 2002...

Os magos só são mencionados em apenas um dos quatro evangelhos, o de Mateus.
Nos 12 versículos em que trata do assunto, Mateus não especifica o número deles. Sabe-se apenas que eram mais de um, porque a citação está no plural – e não há nenhuma menção de que eram reis.
“Não há evidência histórica da existência dessas pessoas”, diz André Chevitaresse, professor de História Antiga da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
“São personagens criados pelo evangelista Mateus para simbolizar o reconhecimento de Jesus por todos os povos.”
De qualquer forma, a tradição permaneceu viva e foi apenas no século III que eles receberam o título de reis – provavelmente como uma maneira de confirmar a profecia contida no Salmo 72: “Todos os reis cairão diante dele”.
Cerca de 800 anos depois do nascimento de Jesus, eles ganharam nomes e locais de origem: Melchior, rei da Pérsia; Gaspar, rei da Índia; e Baltazar, rei da Arábia.
Em hebreu, esses nomes significavam “rei da luz” (melichior), “o branco” (gathaspa) e “senhor dos tesouros” (bithisarea).
Quem hoje for visitar a catedral de Colônia, na Alemanha, será informado de que ali repousam os restos dos reis magos.
De acordo com uma tradição medieval, os magos teriam se reencontrado quase 50 anos depois do primeiro Natal, em Sewa, uma cidade da Turquia, onde viriam a falecer. Mais tarde, seus corpos teriam sido levados para Milão, na Itália, onde permaneceram até o século 12, quando o imperador germânico Frederico dominou a cidade e trasladou as urnas mortuárias para Colônia.
“Não sei quem está enterrado lá, mas com certeza não são eles”, diz o teólogo Jaldemir Vitório, do Centro de Estudo Superiores da Companhia de Jesus, em Belo Horizonte.
“Mas isso não diminui a beleza da simbologia do Evangelho de Mateus ao narrar o nascimento de Cristo.
”Afinal, devemos aos magos até a tradição de dar presentes no Natal.
No ritual da antigüidade, ouro era o presente para um rei.
Incenso, para um religioso.
E mirra, para um profeta (a mirra era usada para embalsamar corpos e, simbolicamente, representava a mortalidade).

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Presépios Verde Que Te Quero Verde...

A Verde Que Te Quero Verde, que durante todo o ano, chama a atenção pela sua rara beleza que ilumina a região da Savassi em BH, no Natal, se supera e além da beleza e magia, cheia de brilho, de iluminação, de encantamento, quer nos lembrar que o Natal é também uma época de renovação do espírito familiar, dos bons sentimentos, das esperanças renovadas sempre visando dias melhores.
Não podemos nos esquecer da verdadeira razão desta festa, que é comemorar o nascimento de Jesus, pois sempre que precisamos de uma “ajudinha dos céus”, nos lembramos de recorrer a Deus.
Vamos então na noite de natal, festejar, trocar presentes, nos reunirmos em torno de uma mesa farta, mas não vamos esquecer de agradecer a Cristo por tudo que nos foi dado.
Esta é uma noite feliz para muitos e triste para aqueles que vivem na solidão.
Época em que os corações estão mais abertos para o amor e a esperança de um mundo melhor, pode também ser de tristeza, quando nos lembramos daqueles que já partiram e que deixaram saudades.
Mas como bem nos ensinou Jesus, que para ganhar o "reino dos céus" teríamos que ser como as crianças, vamos fazer dos sorrisos e expectativas puras e ingênuas das crianças, à espera do Papai Noel, a nossa alegria e emanar para que todos possam ter um Natal repleto de alegria, amor e paz.

Presépios Verde Que Te Quero Verde...





quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O Presépio e o Natal...

Tornou-se costume em várias culturas montar um presépio quando é chegada a época de Natal. Variam em tamanho, alguns em miniatura, outros em tamanho real. O primeiro presépio do mundo teria sido montado em argila por São Francisco de Assis em 1223. Nesse ano, em vez de festejar a noite de Natal na Igreja, como era seu hábito, o Santo fê-lo na floresta de Greccio, para onde mandou transportar uma manjedoura, um boi e um burro, para melhor explicar o Natal às pessoas comuns, camponeses que não conseguiam entender a história do nascimento de Jesus. O costume espalhou-se por entre as principais Catedrais, Igrejas e Mosteiros da Europa durante a Idade Média, começando a ser montado também nas casas de Reis e Nobres já durante o Renascimento. Em 1567, a Duquesa de Amalfi mandou montar um presépio que tinha 116 figuras para representar o nascimento de Jesus, a adoração dos Reis Magos e dos pastores e o cantar dos anjos. Foi já no Século XVIII que o costume de montar o presépio nas casas comuns se disseminou pela Europa e depois pelo mundo.
Além do Brasil, a montagem do presépio é tradição na Itália, na Espanha, na França, no Tirol austríaco, na Alemanha, na República Checa, na América Latina e nos Estados Unidos.
Os presépios existem, dos tipos mais variados, desde os mais simples, apenas com a Sagrada Família, até aqueles que trazem muitos personagens e detalhes, como o Presépio do Pipiripau que eu postei aqui no blog.
Abaixo, alguns exemplos de Presépios lindos e bem criativos...

Presépio brasileiro, muito original, feito com palha de milho e casca de coco.



















Presépios do Quênia.








Presépio peruano.















Presépio de Moçambique.

















Presépios portugueses.














Presépios de biscuit.









Presépios de Feltro.




















Presépio de Origami.
















Presépio de Playmobil.














Amanhã eu vou postar sugestões de Presépios de Natal da Verde Que Te Quero Verde...

Fonte: Internet.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

dica de arranjo da semana - Verde Que Te Quero Verde - Denise Magalhães...

























SEMENTE DE URTIGA

Nome Botânico: Urtica dioica L.
Família: Urticaceae.
Parte utilizada: Folhas frescas ou secas e raiz.

Histórico:

A urtiga é uma planta comum, que no passado foi utilizada pela indústria têxtil.
Usada também como planta medicinal e como alimento.
O seu uso na indústria têxtil, foi abandonado no princípio do século XX.
Hoje a urtiga é utilizada como planta medicinal, comestível e fonte de clorofila.

Dizem que a Urtiga queima para se proteger de quem quer destrui-la e o que queima é o ácido fórmico que tem nos pelos das folhas.
Contém ainda no resto da panta: taninos, mucilagens, vitamina A, C, B2, B5, sais minerais (S, Si, K, Fe, Ca, Na), clorofila, ácidos graxos, fitosterol, carotenóides, flavonóides e secretina.

Propriedades medicinais

Ela é adstringente, anti-radicais livres, anti-seborréica, anti-séptica, antiescorbútica, antioxidante, bactericida, depurativa, estimulante, hemostática, hipoglicémica, revitalizante, revulsiva, tónica, vasoconstritora, tonificante capilar.

kallas

Nome científico: Zantedeschia aethiopica Spreng.
Nome popular: copo de leite.

Histórico:

A Zantedeschia (Copo de Leite) é uma flor da família Araceae e é originária da região sudoeste da África.
Pode medir até um metro e meio de altura e suas partes são tóxicas.
Possue uma belíssima folhagem e associa-se ao sagrado, simbolizando paz, inocência e pureza.
O cultivo do copo de leite se dá em solo rico adubado e úmido, com boa
luminosidade.

Fonte: Internet.

História e drink da semana - Coquetel cubano completa 100 anos em território americano






















Neste mês de novembro em Washington DC, Estados Unidos, alguns aficionado por coquetéis irão se reunir para comemorar os 100 anos da introdução do famoso coquetel Daiquiri em solo americano.
É bem verdade que quando se fala em Daiquiri muitos se lembram de sua terra de origem, Cuba, e de Ernest Hemingway, autor de clássicos como O Velho e o Mar, Adeus às Armas e Por Quem os Sinos Dobram.
Foi, sem dúvida, a associação do coquetel com a figura heroica e aventureira de Hemingway que deu projeção à bebida.
Por vinte anos, Hemingway viveu na ilha de Cuba e frequentou os balcões dos bares de Havana que se tornaram famosos, como o Floridita, para onde o escritor se dirigia quando buscava um Daiquiri.
Mas o que poucos sabem ou lembram é que foi na capital americana que o coquetel fez sua estreia nos Estados Unidos.
Isso ocorreu bem antes dos anos de 1930, quando Hemingway passou a residir e frequentar os bares cubanos pelos 20 anos seguintes.
Foi em 1909 que o Almirante Lucius Johnson, oficial da marinha americana, trouxe a novidade ao Clube Naval de Washington DC, em 19 de novembro, há 100 anos.
Nessa época, o então pequeno Ernest estava com 10 anos de idade, provavelmente, refrescando-se apenas com limonada e embalando seus sonhos com leitinho morno.

A história do Daiquiri

Em 1898, em Cuba, na pequena vila de Daiquiri, próximo a Santiago, Harry E. Stout e Jennings Cox criaram a mágica de juntar ingredientes simples, como rum, limão, açúcar e gelo, que, após batido em uma coqueteleira e peneirado para dentro de uma taça, mostrariam como era possível equilibrar a força do álcool do rum com a acidez do limão e o doce do açúcar.
A harmoniosa e refrescante mistura, segundo Dale DeGroff em The Essencial Cocktail (Clarkson Potter, 2008) teria sido uma atualização do Grog, bebida criada em 1740 pelo Almirante Vernon, oficial da marinha britânica que deu ordens para que se misturasse água, limão e açúcar à cota diária de rum de seus marinheiros, que já davam sinais de abuso do álcool.
A ideia era criar uma bebida mais diluída e que fosse consumida ao longo do dia, evitando assim que seus marinheiros trançassem as pernas no tombadilho do navio. Retirar a água e acrescentar o gelo à mistura foi a singela mudança de Stout e Cox que fez toda a diferença para transformar aquela bebida rudimentar no internacional Daiquiri.

Receita do Daiquiri

O Daiquiri é um coquetel batido e coado.
Antes de qualquer coisa, encha uma taça do tipo Martini com gelo.
A idéia é que a taça esteja com temperatura baixa no momento de receber o coquetel. O gelo da taça será desprezado antes do Daiquiri ser coado nela.
Em uma coqueteleira acrescente de cinco a oito pedras de gelo;
45 ml de rum branco;
20 ml de suco de limão;
5 ml de xarope de açúcar (partes iguais de água filtrada e açúcar. Leve a água ao fogo até iniciar fervura. Retire do fogo e dissolva o açúcar.)
Bata tudo na coqueteleira e coe o conteúdo na taça de Martini já livre do gelo usado para resfriá-la.
Guarnecer com uma fina fatia de limão (opcional).

Fonte: Internet.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

A Estrela de Belém...















A Estrela de Belém foi uma estrela ou um objecto similar que, segundo a descrição do Evangelho segundo Mateus, anunciou o nascimento de Jesus e guiou os Três Reis Magos até ao local onde este se encontrava?
Registros demonstram que era uma prática entre astrólogos da antiguidade interpretar fenômenos astronômicos como anúncio do nascimento de reis. Existem várias teorias entre os biblistas sobre a natureza deste estrela. Contudo é consenso que sua aparição alude à estrela de Jacó que foi profetizada por Balãao.

A história conhecemos muito bem...

Afinal, vem sendo contada há dois mil anos e – hoje – é uma das imagens mais marcantes da Festa da Natividade. Contudo, temos condições de saber o que de fato viram os Magos do Oriente?
Uma das primeiras hipóteses foi proposta por Orígenes (183-254 d.C.). Ele supôs que o agora conhecido cometa de Halley teria sido o astro visto pelos Magos. Mas ao se analisar os registros dos chineses, notáveis observadores do céu, verificou-se que a tese do cometa de Halley exigiria um erro de mais de 11 anos na data atribuída ao nascimento de Cristo.
Por outro lado, permaneceu a hipótese da Estrela de Belém ter sido um cometa não periódico, de grande brilho.
No final do ano de 1572 o astrônomo dinamarquês Tycho-Brahe descobriu uma estrela muito brilhante na constelação de Cassiopéia. Na verdade seu brilho era tanto que o novo astro pôde ser visto mesmo à luz do dia, durante quase 20 meses.
Mais tarde esse fenômeno seria batizado de nova e supernova, denominações usadas em Astronomia para designar as estrelas que explodem, aumentando assustadoramente de brilho e depois de algum tempo quase desaparecem do firmamento.
Contemporâneos de Tycho-Brahe viram no astro a mesma estrela que teria guiado os Magos, enquanto outros afirmavam que o fenômeno anunciava a chegada de um segundo Salvador.
Astrônomos encontraram ocorrências de novas na primavera do ano 5 a.C., ano que não está em contradição com o provável nascimento de Jesus, que segundo os teólogos deve ter ocorrido entre os anos 5 e 7 a.C. e não no ano 1, como é comum imaginar. A hipótese da nova, ou supernova, encontra adeptos até os dias atuais.

O céu e os Magos

Astros brilhantes, como o Planeta Vênus (a conhecida Estrela d´Alva), Júpiter e Saturno podem aparecer no céu em posições que nos dão a ilusão de aproximação, fazendo com que seus brilhos se somem.
Os astrônomos chamam isso de conjunção planetária.
Uma conjunção tríplice é a sucessão de três aproximações aparentes de dois planetas e, para alguns pesquisadores, este fenômeno de grande importância astrológica pode ter sido a Estrela de Belém.
Parece difícil chegar a qualquer conclusão sobre o assunto.
A própria concepção dos três Reis Magos é deficiente.
Surgiu no século VI d.C., quando seu número foi fixado devido a natureza de seus presentes.
Mas segundo a tradição oriental, foram 12 os Magos que visitaram Jesus. Será, enfim, que eles existiram?
Naturalmente, tais impasses só enriquecem o pensamento humano, ávido pela compreensão não somente da natureza de possíveis fenômenos naturais, mas pelo próprio sentido de nossa existência neste mundo.

Fonte: Internet.

sábado, 21 de novembro de 2009

Árvores de Natal - Verde Que Te Quero Verde...

A Verde convida os clientes e amigos para apreciarem as belezas que produzimos para as comemorações natalinas de 2009...
Neste primeiro post, um pequeno aperitivo: Árvores de Natal.
Aos poucos, vou dividir com vocês um pouco mais das maravilhas que preparamos para o Natal...





sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Galeria Contemplo - Fragmentos - Juçara Costta










No dia 16 de novembro, a artista plástica Juçara Costta inaugurou a exposição “Fragmentos” onde exibe até janeiro seus novos trabalhos, na Contemplo Galeria de Arte. O horário para visitação é das 9 às 17h30, de segunda a sexta-feira.
Eu fui com meu marido R e recomendo. Imperdível!!!

Uma das mais prestigiadas e reconhecidas artistas plásticas contemporânea de Minas, Juçara Costta já realizou diversas exposições coletivas ou individuais, nas mais importantes galerias do Brasil e seus trabalhos estão em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília. Também já expos nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Itália e Portugal.

Galeria Contempla convida para encontros e bate papo com a artista nos dias:

19 de novembro – quinta feira – de 16 às 20hs
20 de novembro – sexta feira – de 16 às 20hs
21 de novembro - Sábado – de 09 às 14hs

Dia 26 de novembro – quinta feira – de 16 às 20hs
Dia 27 de novembro – sexta feira – de 16 às 20hs
Dia 28 de novembro – sábado – de 09 às 14hs

Dia 2 de dezembro – quarta feira – de 16 às 20hs
Dia 3 de dezembro – quinta feira – de 16 às 20hs

Dia 10 de dezembro – quarta feira – de 16 às 20hs
Dia 11 de dezembro – quinta feira – de 16 às 20hs
Dia 12 de dezembro – sábado – de 09 às 14hs

Dia 17 de setembro – quinta feira – de 16 às 20hs
Dia 18 de dezembro – sexta feira – de 16 às 20hs
Dia 19 de dezembro – sábado – de 09 às 14hs

Rua Barão de Macaúbas, 261
Santo Antônio – Belo Horizonte

Informações:
031 32932280 031 32932280
031 32961160 031 32961160

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

História das árvores de Natal ...

















Entre as várias versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, a mais aceita atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI, como descrito no post "Entendendo melhor o Natal".
Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram morar na América durante o período colonial.
No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois, além de decorar, simbolizam alegria, paz e esperança.
Pesquisando mais, descobri mais coisas a respeito do assunto.
Como já sabemos, o Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo.
Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes.
Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.
"Árvore de Natal", conhecida em algumas regiões da Europa como a "Árvore de Cristo", desempenha papel importante na data comemorativa do Nascimento de Nosso Senhor.
Os relatos mais antigos que se conhecem acerca da Árvore de Natal datam de meados do século XVII, e são provenientes da Alsácia, encantadora província francesa.
Descrições de florescimentos de árvores no dia do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo levaram os cristãos da antiga Europa a ornamentar suas casas com pinheiros no dia do Natal, única árvore que nas imensidões da neve permanece verde.
A "Árvore de Natal" é um símbolo natalino que representa agradecimento pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.
O costume de preparar este belo complemento do presépio foi passando de vizinhança em vizinhança, alcançando hoje até países onde a neve é um fenômeno desconhecido.
As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus.
Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.

Fonte: Internet.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

O Presépio do Pipiripau...
















O Museu de História Natural e Jardim Botânico (MHNJB) da UFMG guarda um importante tesouro da arte popular – o Presépio do Pipiripau. O Presépio do Pipiripau é uma obra tombada pelo Iphan, que retrata, em 45 cenas, a vida de Cristo. É composto por 580 figuras retratando a vida cotidiana do interior e que se movem. O presépio começou a ser construído à partir de 1906 por Raimundo Machado de Azevedo, sendo um exemplo típico dos presépios mineiros.
















História

O Presépio do Pipiripau começou a ser construído em 1906, quando Raimundo tinha 12 anos, na antiga Colônia Américo Werneck, região denominada Pipiripau (MG), onde atualmente está o bairro Instituto Agronômico, em Belo Horizonte.
O pequeno Raimundo Machado colocou o pequetitinho Menino Jesus em uma caixinha de sapatos forrada de musgos e cabelos de milho. Pode ser visto como um gesto simples, mas nunca pequeno. Do nascimento do Menino Jesus nasceu um presépio inteiro. Um presépio de luz, magia e movimento. O Presépio do Pipiripau
Influenciado pelas freqüentes visitas que fazia com sua mãe a igrejas e casas vizinhas na época natalina, o pequeno Raimundo decidiu vender garrafas de óleo de ricínio para poder construir seu próprio presépio. Com os primeiro 400 réis que ganhou, comprou uma imagem do menino Jesus e o rodeou com bichinhos que ele mesmo fez de argila. Após o Natal o pequeno presépio foi guardado para, no próximo ano, ganhar uma gruta e casinhas de papelão. No ano seguinte foi a vez da lagoa se juntar ao cenário. E, assim, ao longo dos anos, o presépio foi ganhando vida e movimento ao sabor da mente criativa do artista.
Gradativamente, novos personagens, confeccionados em sua maioria com massa de papel, papelão e gesso se juntavam ao presépio para narrar a vida de Jesus, do nascimento à ressurreição. No interior dos bonecos, uma estrutura de metal soldado garantia o movimento que encantava os visitantes. Ao lado das cenas bíblicas, o trabalho e o lazer eram representados em diversas cenas móveis. Carpinteiros, pescadores, lavadeiras e lenheiros dividem a cena com os músicos da banda, o sanfoneiro e com as crianças e suas brincadeiras. Passagens bíblicas contextualizadas em uma cidade com suas artes e ofícios deixam transparecer a maneira singular de percepção do mundo dentro de Raimundo.
O movimento do presépio começou no próprio corpo do artesão. Na cadencia de seus pés e suas mãos funcionava o sistema de repuxo d’água inventado por ele para movimentar a lagoa. Algum tempo depois, as mãos de Raimundo puderam descansar um pouco ao passar o impulso do movimento para um velho gramofone de corda: agora a procissão entrava na igreja ao bater dos sinos, enquanto o lenhador cortava a árvore e o pescador e outras figuras se movimentavam. O pequeno lampião de querosene foi substituído por um gasômetro que fez o presépio “dobrar de bonito” com tanto brilho! Aos poucos, Raimundo bolava novos equipamentos que traziam mais beleza a sua obra. A máquina a vapor, em 1920, trouxe energia, a eletricidade, em 1927, trouxe a luz. Hoje, é um motor elétrico ligado a fios, barbantes e cordas que movimenta a arte do Pipiripau.
Paciência, cuidado, criatividade. As 586 figuras móveis distribuídas em 45 cenas, que ao longo de oitenta anos ocuparam o coração de Raimundo, ocupam hoje 20 m2 no Museu. Um universo mágico nascido de uma mente encantada pela fé, construído por mãos curiosas pela arte e imortalizado pela eterna dedicação de seu criador.

À partir de 1984, o presépio foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e hoje encontra-se aberto à visitação pública no Museu de História Natural da UFMG, para onde fora transferido em 1976, tanto para apresentações com movimento quanto para conhecer o presépio parado. Em 2006 o presépio comemorou 100 anos de sua criação, e recebeu a visita de milhares de pessoas.



















Fonte: Internet.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

dica de arranjo da semana - Verde Que Te Quero Verde - Denise Magalhães...

O presépio é talvez uma das mais antigas formas de caracterização do Natal.
A palavra presépio significa “um lugar onde se recolhe o gado; curral, estábulo”. Porém, esta também é a designação dada à representação artística do nascimento do Menino Jesus num estábulo.

História e drink da semana - Sangria

Todas as comemorações merecem bebidas especiais e que necessariamente combinem com o cardápio escolhido.
Nas comemorações Natalinas não poderia ser diferente.
A sugestão seria optar pelos destilados como a vodka e a cachaça além de vinhos e espumantes acompanhando as frutas da época.

Que tal uma boa Sangria, um Drink com cara de Natal, como primeira sugestão?

















Ingredientes:

750 ml de vinho tinto
600 ml de soda limonada
5 pêssegos
3 maçãs
1/2 abacaxi
1/2 xícara (chá) de suco de laranja
2 colheres (sopa) de açúcar
1 dose (60 ml) de conhaque
1 dose (60 ml) de gim

Modo de preparo:

1. Leve o vinho e a soda limonada à geladeira por 30 minutos.
2. Prepare as frutas: descasque o abacaxi e corte em fatias de 0,5 cm. Corte as fatias em tiras de 0,5 cm e as tiras em cubos de 0,5 cm. Repita o procedimento com as maçã e os pêssegos, mas sem descascar as frutas.
3. Numa tigela, coloque todas as frutas picadas. Regue com o suco de laranja e leve à geladeira.
4. Na hora de servir, misture todos os ingredientes na tigela com as frutas. Coloque em uma jarra ou divida em copos. Acrescente gelo a gosto.


Fonte: Internet.