sexta-feira, 31 de julho de 2009

Leila Pinheiro na festa do Círio de Nossa Senhora de Nazaré em Belém...

Na quarta feira eu fiz 50 anos e achei tão estranho...
Não tive crise dos 30, 40 e nem consigo acreditar que chegou a crise dos 50.
Lembro-me quando as minhas tias fizeram cinqüenta anos e eu as achava tão velhas.
O que mudou?
Pensei em comemorar os meus 50 anos em alto estilo, bem Verde que te quero Verde,
mas desisti porque a minha afilhada R não poderia vir e me disse que não aceitaria que eu fizesse uma festa sem ela.
Então, fui desanimando e preferi comemorar a data com meu marido R.
Tomamos um delicioso vinho, presente do amigo A e comemos uma massa deliciosa preparada pela minha “anja” Bel.
Foi tão maravilhoso que eu não pensei em voltar nem um dia da minha vida.
Como minha vida está bacana.
Isto deve ser a maturidade.
Será?
Fiquei com saudades da minha família, mas fazer o que...
Meu irmão Cláudio me mandou um presente que me deixou emocionada.
Ele se mudou para o Rio e está tocando com a Leila Pinheiro que foi convidada para cantar na festa do Círio de Nossa Senhora de Nazaré em Belém.
Ele pediu e ela gravou de presente para mim, a música “Virgem de Nazaré” que ela vai cantar no dia.
De quebra gravou “Nossa Senhora” também e recebi na verdade dois presentes, especiais e inéditos.
Maravilha!
Obrigada ao meu irmão e a Leila por mais essa emoção.
Fui pesquisar na net sobre a festa e vejam o que eu achei no wikipédia:























O Círio de Nazaré , em devoção a Nossa Senhora de Nazaré, é uma das maiores e mais tradicionais festas religiosas do Brasil,sendo celebrada desde 1793, na cidade de Belém do Pará. É celebrada anualmente no 2°domingo de outubro. Em Portugal é celebrada a 8 de Setembro na vila da Nazaré.
O Círio de Portugal designa uma romaria que vai, ou de uma aldeia do concelho de Mafra, ou de outras origens, ao Santuário de Nossa Senhora da Nazaré. O Termo "Círio" tem origem na palavra latina "Cereus", que significa vela grande.
No Brasil, no início era uma romaria vespertina, e até mesmo noturna, daí o uso de velas. No ano de 1854, para evitar a repetição da chuva torrencial como a que havia caído no ano anterior, a procissão passou a ser realizada de manhã.
O Círio foi instituído em 1793 em Belém do Pará, e até 1882, saía do Palácio do Governo. Em 1882, o bispo Dom Macedo Costa, em acordo com o Presidente da Província, Dr. Justino Carneiro, instituiu que a partida do Círio seria da Catedral da Sé, em Belém.
De acordo com a tradição, esta imagem teve origem em Nazaré, na Galiléia, e representa a Virgem Maria sentada, de cor escura, tendo no seu colo o Menino Jesus, o qual amamenta. A estátua, entalhada em madeira e identificada como original dos primeiros séculos do Cristianismo, percorreu a cristandade desde Nazaré (Israel) até surgir em Nazaré (Portugal) quando, no século XII, se tornou símbolo de fé do cavaleiro D. Fuas Roupinho, o qual mandou erigir a Capela da Memória em agradecimento à Virgem (1182), após milagrosamente ter se salvo de um acidente fatal quando, montado a cavalo, perseguia um cervo, num episódio conhecido por Lenda da Nazaré.
Em 1377 o rei D. Fernando (1367-1383) fundou um templo maior, o Santuário de Nossa Senhora da Nazaré, no Sítio da Nazaré. Desde então, a 8 de Setembro, anualmente, os portugueses se reúnem para reverenciar Nossa Senhora da Nazaré. A principal romaria, o Círio da Prata Grande, vem anualmente do concelho de Mafra e transporta, numa berlinda, uma imagem de Nossa Senhora da Nazaré que não é uma réplica da Verdadeira imagem, pois esta está sentada e a imagem do Círio está de pé, existindo outras diferenças. A imagem de Nossa Senhora da Nazaré venerada no Brasil, em Belém, é semelhante à imagem de Nossa Senhora da Nazaré do principal Círio português.

No Brasil

A introdução da devoção à Senhora da Nazaré, no Pará, foi feita pelos padres jesuítas, no século XVII. Embora o culto tenha se iniciado na povoação da Vigia, a tradição mais conhecida relata que, em 1700, Plácido, um caboclo descendente de portugueses, andava pelas imediações do igarapé Murutucu (área correspondente, hoje, aos fundos da Basílica) quando encontrou uma pequena estátua de Nossa Senhora da Nazaré. Essa imagem, réplica de outra que se encontra em Portugal, entalhada em madeira com aproximadamente 28 cm de altura, encontrava-se entre pedras lodosas e bastante deteriorada pelo tempo e pelos elementos.
Plácido levou a imagem consigo para casa, onde tendo-a limpado, improvisou um altar. De acordo com a tradição local, a imagem retornou inexplicavelmente ao lugar do achado por diversas ocasiões até que, interpretando o fato como um sinal divino, o caboclo decidiu erguer às próprias custas uma pequena ermida no local, como sinal de devoção. A divulgação do milagre da imagem santa atraiu a atenção dos habitantes da região, que passaram a acorrer à capela, para render-lhe homenagem. A atenção do então governador da Capitania, Francisco da Silva Coutinho, também foi atraída à época, tendo este determinado a remoção da imagem para a Capela do Palácio da Cidade, em Belém. Não obstante ser mantida sob a guarda do Palácio, a imagem novamente desapareceu, para ressurgir em seu nicho na capela. Desse modo, a devoção adquiriu caráter oficial, erguendo-se atualmente, no lugar da primitiva ermida, uma capela, hoje a suntuosa Basílica de Nossa Senhora de Nazaré.
Em 1773 o bispo do Pará, Dom João Evangelista, colocou a cidade de Belém sob a proteção de Nossa Senhora de Nazaré. No início do ano seguinte (1774), a imagem foi enviada a Portugal, onde foi submetida a uma completa restauração. O seu retorno ocorreu em outubro desse mesmo ano, tendo a imagem sido transportada, do porto até ao santuário, pelos fiéis em romaria, acompanhada pelo Governador, pelo Bispo e pelas demais autoridades, civis e eclesiásticas, escoltadas pela tropa. Este foi considerado o primeiro Círio, que etimologicamente designa uma vela grande de cera. Desde então, o Círio de Nazaré é realizado anualmente, no segundo domingo do mês de Outubro.
Entre os milagres mais expressivos atribuídos à imagem de Belém, encontra-se o que envolveu os passageiros do brigue português São João Batista. Partindo de Belém rumo a Lisboa, no dia 11 de Julho de 1846, a embarcação de dois mastros à vela veio a naufragar decorridos poucos dias da partida, sendo os passageiros salvos por um bote que os conduziu de volta a Belém.
Este brigue seria a mesma embarcação que, anos antes (1774), havia transportado a imagem de Nossa Senhora de Nazaré a Lisboa, para ser restaurada; o bote que salvou os náufragos também seria o mesmo que tinha levado a imagem até ao brigue ancorado no porto de Belém. O bote passou a acompanhar a procissão a partir do ano de 1885.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Fotos de festas da Verde Que Te Quero Verde assinadas por Denise Magalhães





quarta-feira, 29 de julho de 2009

muitas felicidades, muitos anos de vida...























Eu agradeço a todas as mensagens, emails, telefonemas, abraços, carinhos, energias positivas e o amor de todas as pessoas que se lembraram do meu aniversário.
Sim, eu estou feliz!
Agradeço a Deus por todas as alegrias em minha vida.
Agradeço o amor e o companheirismo do meu marido R, a minha insubstituível Bel, ao amado Ray, minha família, minha amiga e sócia D, todos os “Verdinhos”, todos os amigos, clientes e parceiros.
Estou postando o lindo cartão de aniversário que eu recebi da Margaret Marinho para dividir com vocês tamanha lindeza.
Obrigada...

terça-feira, 28 de julho de 2009

os cinco sentidos e o "cheirinho da verde"...
















Depois que comecei a fazer este blog, fiquei muito mais sensível e para quem me conhece há mais tempo, percebe, fiquei muito mais articulada.
Claro que agora entendo que isto é o continuar do treinamento para ser uma “Verde” e apurar os meus cinco sentidos, está sendo também um aprendizado para eu ser mais feliz!
Comecei a conhecer melhor nossos clientes e fiquei até amiga de muitos deles.
Todos os nossos clientes sempre comentando como a loja está sempre bonita, eu comecei também a notar e a ficar mais visual.
Com o abraço dos amigos e clientes, aprendi como é bom apurar este sentido que sempre achei o mais difícil, o tato.
A melhora da minha audição foi a que mais incomodou todos os “Verdinhos”, pois eles acham que eu escuto mais do que devia.
A nossa conversa gostosa e engraçada, a risada dos floristas e aquela música ao fundo, quem não melhora o astral e a audição, só pode ser surdo.
Já o paladar, que sempre foi muito bom, melhorou ainda mais, com aquele cafezinho saboroso que aprendi a tomar purinho.
Mas quando todos que freqüentam nossa loja falam do aroma das flores com todas as misturas que só a natureza sabe produzir e todos estes sentidos juntos conseguem desfrutar, lembro-me sempre de levar para casa aquele cheirinho comigo, aí realmente entendi o que é olfato...

História e drink da semana - vinho















A boa ação do vinho para a conservação da beleza

Desde a Grécia antiga, o vinho é usado em tratamentos para o corpo e a alma. A ciência contemporânea ainda não chegou tão longe, mas para efeitos físicos, podemos dizer que os conhecimentos de nossos antepassados já foram testados e comprovados. A uva possui cerca de mil substâncias conhecidas e estudadas, algumas delas têm virtudes de embelezamento as quais trazem efeitos demartológicos e cosméticos.
Conforme os anos avançam, nossas células de tecidos e órgãos sofrem com a ação dos radicais livres. Quem combate estas substâncias são os antioxidantes, encontrados em boa quantidade nas vitaminas E, C e nos polifenóis. O nosso organismo também produz algumas enzimas que combatem os radicais livres - superoxidismutase, catalase e glutation peroxidase -, mas a sua produção é reprimida com o passar do tempo.
O papel da uva nesta batalha pela beleza é o fornecimento dos polifenóis, um daqueles antioxidantes poderosos. 60% desta substância vêm da semente da fruta, 33% da casca, o restante da polpa, pedicelo e madeira. Além disso, esses tais compostos combatem outro mal: o envelhecimento da pele.
A tecnologia tem trazido ainda melhores surpresas para quem quer tratamento intensivo com vinho.
As indústrias cosméticas têm apresentado novos e sofisticados produtos à base de uva para uso na pele e nos cabelos.

Vinoterapia e vinhoterapia

Os usuários ou recém-adeptos de spas, espaços próprios para o relaxamento e ativação da beleza agora tem a opção de vinoterapia, tratamento à base de uva nascido na França. Mas atenção, vinhoterapia é diferente de vinoterapia. Francesca De Paoli, gerente do Spa do Vinho, explica: "vinhoterapia usa o vinho, já a vinoterapia usa a uva e os subprodutos da vinificação, o que sobra da fabricação do vinho, não utiliza nada alcoólico porque isso faz mal à pele".

segunda-feira, 27 de julho de 2009

um novo começo, com um imenso horizonte de oportunidades...

VI Congresso Brasileiro de Climatério e Menopausa

O climatério é o período de transição entre as fases reprodutiva e não-reprodutiva da vida da mulher. A menopausa é um evento que acontece durante o climatério. Considera-se como menopausa o último ciclo menstrual. Seu diagnóstico, eminentemente clínico, é feito retrospectivamente, quando o último ciclo ocorreu há mais de 12 meses. Geralmente não são necessários exames laboratoriais para o diagnóstico desta fase.















Ana Lúcia Valadares, doutoranda em ginecologia na Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista, foi a segunda colocada com o trabalho "Sexualidade em Mulheres Climatéricas em Belo Horizonte"

A sexualidade é um termômetro que faz parte da qualidade de vida das pessoas. Pensando nisso, a ginecologista mineira Ana Lúcia Ribeiro Valadares resolveu mensurar essa satisfação nas mineiras de meia idade e conquistou o prêmio Capes 2008 com sua tese de doutorado, considerada a melhor na área de medicina III (engloba todas as áreas que sejam cirúrgicas, como a ginecologia). O estudo sobre sexualidade foi realizado com 378 belo-horizontinas entre 40 e 64 anos e com mais de 11 anos de escolaridade e concorreu com outras 480 teses inscritas em 44 áreas do conhecimento. A premiação deve ser entregue pelo ministro da educação, Fernando Haddad, no dia 22 de julho, em Brasília. A médica ganhou uma bolsa de pós-doutorado e diz que continuará estudando o tema.

Questionário
De acordo com Ana Lúcia Ribeiro, a faixa etária pesquisada é marcada pelo climatério, fenômeno que causa problemas para pelo menos 75% das mulheres brasileiras. Para entender esta fase, que começa na menopausa, os questionários aplicados perguntavam sobre a frequência das relações sexuais, a intensidade do prazer alcançado com o sexo, a intensidade de pensamentos sobre sexo e desejo sexual, além de abordar o problema da dor nas relações sexuais.

A pesquisa incluiu também perguntas sobre o grau de satisfação na convivência com o parceiro como amante (homem ou mulher), levanta os fatores emocionais, físicos e comportamentais que interferem na sexualidade, entre eles obesidade, pressão alta, diabetes, depressão, vida sedentária, morar junto, parceiros mais velhos ou com problemas sexuais e relacionamentos longos.

Insatisfeitas
A maior parte das mulheres está satisfeita com sua vida sexual, mas entre as insatisfeitas, mais da metade (até 56%) diz ter problemas relacionados ao parceiro, fator que se agrava quando o casal mora junto. Segundo ela, os fatores que mais contribuem para a insatisfação na vida sexual são o relacionamento com mais de 20 anos, parceiros com mais de 50 anos e/ou com problemas sexuais e desatenciosos.

“Uma mulher com sintoma de climatério não dorme à noite, fica nervosa durante o dia seguinte e tem uma piora na relação com o parceiro. E os relacionamentos de muito tempo estão fadados a ter mais problemas. Há um problema de habituação, de interesse que diminui com o tempo. Você olha o parceiro, mas não o vê”, diz a médica.

Satisfeitas
Segundo a pesquisadora, é bem claro o perfil das mulheres que afirmou ter uma boa vida sexual. De 71% a 86% deu notas altas – numa escala de 0 a 6 – para itens relacionados ao parceiro ou a fatores físicos, entre outros. “São pessoas de boa saúde, com hábitos de vida saudáveis, que podem tratar suas doenças e têm parceiros mais atenciosos”.

Ana Lúcia Ribeiro constatou ainda que existe muita desinformação e pouco espaço para falar sobre os problemas femininos, inclusive no consultório médico. “Dessas mulheres, 30% das 378, escreveu no final do questionário relatos espontâneos e muitas delas falaram que gostaram de responder a pesquisa porque estavam vendo que os problemas que elas tinham deviam ser mais comuns do que pensavam, já que estavam sendo perguntadas. No final, teve efeito terapêutico responder a pesquisa. Elas diziam inclusive que sentiam falta de mais tempo do médico, queriam mais atenção para atender no climátério”, ressalta.

domingo, 26 de julho de 2009

CLIMATÉRIO: UMA OPORTUNIDADE PARA CONSTRUIR UMA NOVA VIDA...

Na minha consulta semestral à minha amiga e médica ginecologista Ana Lucia Ribeiro Valadares Fernandes, ela explicou-me com detalhes o seu trabalho sobre o climatério. Ela esclareceu o que estava acontecendo comigo e como eu poderia contabilizar com sucesso esta minha nova fase.
Abaixo vou postar um pouco do trabalho desta Doutora, estudiosa e trabalhadora incansável no quesito “Mulher no climatério”.
Toda esta explicação maravilhosa sobre as mudanças da mulher no climatério, o que ficou mesmo gravado e consegui também por em prática, foi que após o corpo da mulher ter cumprido a sua missão de procriação era a nova oportunidade de uma vida sexual e profissional mais plena.
Mudei então meu visual, fui dançar, aperfeiçoar meu inglês e escutar músicas que nunca tinha escutado e finalmente trabalhar neste blog que adoro.
Lembrei-me da maneira como minha mãe está conseguindo trabalhar a perda do meu pai de forma diferenciada, porque intuitivamente ela faz exatamente o que a Doutora Ana Lucia nos sugere, quando aos 42 anos, depois de criar oito filhos, foi dedicar-se as artes plásticas e com este novo interesse em sua vida conseguiu levar uma vida plena apesar das dores e perdas que acontecem com todas as mulheres nesta idade.
Estou anexando uma galeria de fotos dos seus quadros, que a cada dia ficam mais bonitos.
Resolvi compartilhar com vocês um pouco do que eu descobri, porque aprendi que tudo na nossa vida pode ser uma grande oportunidade.
Aproveito para agradecer a Ana Lucia, o seu trabalho incansável para proporcionar uma vida mais plena para nós mulheres maduras e dizer que sou uma privilegiada por ela me acompanhar há mais de 20 anos.










Ana L R Valadares
Médica Ginecologista, Doutora em Ginecologia pela UNICAMP, pesquisadora do Grupo de Menopausa da UNICAMP. Sua tese de doutorado é um estudo populacional, realizado em Belo Horizonte, sobre climatério.
Consultório:(31) 3227 9277

Com o aumento da expectativa de vida, a maioria das mulheres viverá mais de um terço de suas vidas após a menopausa. Portanto, o conhecimento e a abordagem correta das mudanças que ocorrem na meia-idade têm se tornado cada vez mais importantes.
A idade média da ocorrência da menopausa nas mulheres da América Latina é de 48,6 anos, mas os sinais do climatério podem se manifestar durante vários anos antes que ocorra a menopausa.[1] Durante o climatério, os hormônios produzidos pelos ovários (estrogênio e progesterona) vão progressivamente deixando de ser fabricados. Nesta fase, a diminuição desses hormônios faz com que os ciclos menstruais se tornem irregulares, até cessarem completamente.
As oscilações hormonais que ocorrem no climatério podem levar, inicialmente, às irregularidades menstruais, à piora da tensão pré-menstrual, a ondas de calor, variações do humor, distúrbios no sono, depressão, nervosismo, ressecamento vaginal e alterações da libido, além de outros sintomas como a incontinência urinária. A longo prazo, a falta de hormônios femininos pode levar a alterações que não produzem sintomas imediatos, mas que têm conseqüências graves: os ossos ficam mais porosos e frágeis, podendo levar à osteoporose. Esta condição leva ao encurvamento da coluna e ao aumento do risco de fraturas, principalmente nos quadris. Aumentam também as gorduras que circulam no sangue e que se depositam na parede das artérias, podendo levar à aterosclerose, o que aumenta o risco de doenças cardiovasculares como infartos, "derrames" cerebrais e hipertensão.
A meia-idade não é uma fase fácil para a maioria das mulheres. Além das alterações hormonais e suas conseqüências, elas se confrontam com o sentido da perda da juventude e da capacidade reprodutiva. Deparam-se com a independência dos filhos, a velhice dos pais, em geral acompanhada de doenças e de sua morte, as doenças ou perda do cônjuge, e as mudanças na própria carreira profissional e na do cônjuge.
A atitude frente a esta fase de transição pode ter um enorme impacto sobre a qualidade da outra metade da vida. Como em qualquer período crítico o importante é avaliar, entender e assumir as transformações que estão ocorrendo. As mudanças são semelhantes às que se processam na adolescência, com a grande diferença de que no climatério as mulheres, já maduras, estão em geral mais conscientes, auto-confiantes e experientes. Se estas mudanças são enfrentadas com flexibilidade, elas podem levar ao crescimento e ao fortalecimento individual. É uma oportunidade de reflexão e tomada de consciência da própria capacidade e responsabilidade para fazer escolhas, ao invés de esperar pelo destino ou por alguém que possa fazê-lo. Diz o psicólogo e poeta Volber de Alvarenga em “Ninguém”:

Ninguém virá
Me acolher
Ou me legitimar
Por tudo que sou
Quero
Ou penso
Só eu
Posso fazer por mim
O que precisar
Ser feito
E se acaso
esse alguém vier
por mim essas coisas fizer
a minha vida não será
minha
nem meu será
o meu caminho
serei apenas
sombra desse alguém
sem vida
sem rumo
sem ninguém.



Embora a responsabilidade pelas decisões de vida sejam inteiramente pessoais, nesta fase, mais do que nunca, as ligações afetivas e o convívio com outras mulheres, boas e amigas, para compartilhar sentimentos e experiências torna-se fundamental. Estar atenta ao presente e consciente do significado de cada momento da vida transforma a preocupação com o futuro (frequentemente visto com ansiedade) ou com o passado (muitas vezes lembrado com pesar e culpa). Combinando pensamentos positivos, estilo de vida saudável e tratamentos adequados, muitas mulheres estão mudando a experiência da menopausa para melhor.
O cuidado com a aparência é um benefício inquestionável. Podemos compará-lo aos cuidados com nossas casas: damos manutenção, reformamos e adaptamos às necessidades e possibilidades de cada época. Afinal ninguém saudável quer morar ou conviver numa casa abandonada e detonada !!!
Nesse sentido, os exercícios físicos são fundamentais e devem ser praticados rotineiramente pelo menos três vezes por semana. Melhoram a saúde, a aparência física, a auto-estima e o humor. As caminhadas, a natação e a dança ajudam a fortalecer músculos e ossos. A Yoga, o Pilates e técnicas de relaxamento e alongamento ajudam as pessoas a ficarem tranqüilas e com movimentos mais flexíveis. Ainda, o uso de roupas leves e a permanência em ambientes frescos e ventilados contribui enormemente para o bem-estar.
Com a idade o metabolismo se torna lento, e deve então ser ativado com refeições mais leves, mais freqüentes e uma boa hidratação. A dieta deve ser balanceada, rica em fibras e em cálcio, provido pela ingestão de laticínios e vegetais verdes. É preciso ingerir pelo menos 1 litro de água por dia, de preferência fora do horário das refeições principais e especialmente após exercícios físicos. O tabagismo e o excesso de bebidas alcoólicas deve ser evitado. Além disso, as doenças já existentes devem ser tratadas adequadamente.
A busca do prazer nas atividades cotidianas, nos relacionamentos e na vida sexual deve ser uma constante.
Com a idade, a sexualidade também muda. O entendimento destas mudanças pode tornar a vida sexual ainda melhor e mais prazerosa. O conhecimento do próprio corpo, sem preocupação com a própria performance ou a do companheiro, leva a uma maior intimidade possibilitando o prazer no relacionamento. A sexualidade mais lúdica e sem pressa pode contribuir para o enriquecimento da vida pessoal e íntima.
Ao contrário do que muita gente pensa, todos os sintomas e as conseqüências da carência hormonal no climatério podem e devem ser tratados, com orientação médica, pela terapia de reposição hormonal, ou seja, o tratamento com administração de hormônios que antes eram produzidos pelos ovários. A terapia de reposição necessária basicamente é a administração de estrogênios. A progesterona só deve ser prescrita nas mulheres que têm útero.
Depois de iniciado o tratamento com hormônios, dentro de duas ou três semanas as ondas de calor e os distúrbios do sono começam a diminuir. Os sintomas vaginais adversos também diminuem e o envelhecimento da pele é retardado. Quando a terapia de reposição hormonal é realizada no momento adequado, ela também pode prevenir o enfraquecimento dos ossos e diminuir os riscos de infarto, pressão alta e "derrames" cerebrais.
Os estrogênios podem ser administrados através da pele com adesivos transdérmicos, ou gel transdérmico, por via oral com administração de comprimidos, e por injeções intramusculares ou por cremes vaginais. O tratamento por via transdérmica evita a passagem inicial pelo fígado, com menor probabilidade de alterar os fatores de coagulação de sangue. Os cremes vaginais são muito úteis no tratamento dos sintomas locais tais como a secura vaginal, mas não têm efeito no restante dos sintomas. Já os medicamentos injetáveis, praticamente não são mais utilizados.
A progesterona pode ser prescrita via oral, através de comprimidos, parenteral, por meio de injeções, ou pode ser administrada através do endoceptivo de levonorgestrel (DIU de progesterona). Este é colocado dentro do útero, tem grande eficácia na proteção uterina, e libera uma menor quantidade de progesterona na corrente sanguínea, reduzindo os efeitos colaterais.
A tibolona, uma combinação de estrogênio, progestogênio e androgênio, é uma medicação hormonal que tem sido usada em terapia de reposição hormonal com melhora do humor e libido.
O tratamento com testosterona tem sido recomendado muitas vezes associado ao estrogênio para melhorar a libido, pois em algumas mulheres a carência de androgênio leva a uma redução do interesse sexual e da disposição física geral.
Em mulheres com sintomas climatéricos, com contra-indicação para a reposição hormonal, pode-se usar medicação local para evitar dor nas relações sexuais, e tratamentos não hormonais que aliviam as ondas de calor, a insônia e a depressão.
O tratamento de reposição hormonal não faz crescer pêlos, não engorda e não é a causa primária de câncer. Os trabalhos científicos mostram que o uso de “hormônios naturais” ou fitoestrogênios têm ação semelhante aos placebos. Portanto não melhoram os sintomas climatéricos.
O tratamento para o climatério, como qualquer outro tipo de tratamento de saúde, não pode ser iniciado por indicação de amigas, vizinhas ou parentes. A melhor forma de tratamento deve ser sempre resolvida junto ao médico. O controle semestral ou anual com o ginecologista deve ser uma regra de ouro na vida de uma mulher saudável.
O climatério é um acontecimento natural, e uma abordagem holística desta fase melhora sensivelmente a qualidade de vida. Uma vez reconhecidas, as mudanças devem ser vivenciadas sem angústia. Elas podem até mesmo ser estimulantes! Esta fase pode ser vista como um novo começo, com um imenso horizonte de oportunidades!¨

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Sob o sol do Rio...




















Quem me conhece ou acompanha esse blog-jardim, sabe que eu tenho o sonho de um dia morar em Ouro Preto.
Sim, amo as montanhas e minha casa em Ouro Preto.
Outro sonho que eu tenho é ter um cantinho no Rio de Janeiro e ficar alternando entre montanhas e o litoral.
Sim, o mar é uma das minhas paixões e agora com meu irmão morando no Rio, me sinto assim: entre dois amores.
Amores possíveis e que se complementam e para homenagear esse amor, a letra de uma canção do meu irmão “Sob o sol do Rio”, que está no CD "O som do sol" que ele está lançando pela “Som Livre”.
Eu já comprei o meu e indico.
É super fácil comprar pelo site da “Som Livre” e chega rapidinho.
Vale um click...

http://www.somlivre.com/?1619/produto/CD/O-som-do-sol/Claudio-Faria

Sob o sol do Rio
(Cláudio Faria)

Sabe lá
Aonde estará o amor
Além da linha do equador
Ou sob o sol do Rio
Na poesia dos velhos carnavais
Ou na beleza rara do Arpoador
Quem sabe nos olhos
De quem sai do mar
Dourando ao sol
Olhando o Cristo Redentor
Que lindo!
Minha alma voa
E manda embora a tristeza do meu peito
Estou no Rio de Janeiro
Terra de mar e amores sem fim
E do fim de volta ao começo
Sabe lá onde estará o amor
Só sei que vou pro Rio de Janeiro
Cidade Maravilhosa

terça-feira, 21 de julho de 2009

dica de arranjo da semana - Verde Que Te Quero Verde - Denise Magalhães
























As flores usadas nesse arranjo foram:

Orquidea chuva de ouro,epidendro laranja,cymbidium vinho e para complentar

o arranjo usamos folhagem luck bambú torcido,dracena tricolor e folhas de monstera.

A peça é um aquario transparente,preenchido com folha de antúrio.

Dica: Arranjo muito usado nos eventos em aparador ou mesa de canto de sofá pelo fato de ter boa visualização em três lados.

histórias e receita do drink da semana - três coquetéis com champagne




















O coquetel Bellini, um clássico atemporal e sedutor.

Criado no Harry’s Bar de Veneza em 1948, a receita original do Bellini só é conseguida na Itália entre a primavera e o verão. Em sua composição entram o sumo dos pêssegos brancos frescos (típicos da região) e o vinho espumante Prosecco. A versão que leva suco de morangos frescos chama-se Rossini.

Na França, mais precisamente no elegante Hotel Ritz Carlton de Paris, foi criado um coquetel que faz, até hoje, parte do brunch (mistura de café-da manhã e almoço, servida nos finais de semana nos hotéis) ao redor do mundo.

É o coquetel Mimosa, uma mistura de suco de laranja e Champagne, que pode ganhar uma dose extra do licor de laranja Grand Manier e ser servido nos finais de tarde. Essa nova composição chama-se Grand Mimosa. Na Inglaterra, o mesmo coquetel é conhecido como Buck’s Fizz. Os Fizzes são uma classe de coquetéis que têm em sua base um suco de fruta cítrica, um licor e alguma bebida frisante, seja club soda ou um espumante.

• Bellini
Dois pêssegos frescos e maduros devem ser amassados formando um purê. Esse purê necessita ser passado por uma peneira e colocado numa taça de espumante ou em um copo do tipo long drink. A seguir é só completar o copo com espumante do tipo Prosecco bem gelado.

• Grand Mimosa
Em uma taça tipo flute misture uma dose de suco de laranja concentrado, meia dose de licor Grand Manier e complete com espumante brut.

• Coquetel de Champagne
Em uma taça tipo flute coloque uma colher de chá de açúcar misturada com 2 gotas de angostura. Essa mistura deve grudar nas paredes da taça. Adicione meia dose de conhaque e complete com Champagne (ou espumante brut) bem gelado. Antes de servir corte uma tirinha de casca de laranja e torça sobre a taça, isso vai fazer o óleo da casca perfumar a parte superior do coquetel.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

sinfonia cultural em Ouro Preto - quarto ato ...




















Assistir ao artista plástico Carlos Bracher trabalhar ao som de Bethoven foi uma experiência emocionante.
Agucei e trabalhei todos os meus sentidos de uma só vez.
O auditivo, escutando aquela obra maravilhosa de Bethoven.
Ver o Bracher pintar ao vivo a cidade patrimônio, no cenário da sétima arte, tendo como pano de fundo a orvalhada cidade de Ouro Preto, não era nem visual, era quase um sonho.
Papear com as amigas R e L e namorar o meu marido R me faz pensar que não faltou nada.
Todos os sentidos.
Vale ressaltar a performance física do pintor, acompanhando a música, as pinceladas de cores e parecendo um maestro orquestrando tudo.
A sua palheta parecia uma tela e como a amiga R observou: como ele estava livre! Enquanto os alunos ficam preocupados com a limpeza dos pincéis, ele nem via o que fazia limpando-os no jornal.
Depois do espetáculo ele apresentou-nos a sua família, toda de artistas.
A sua mulher, também artista plástica e as suas filhas, uma atriz que namora o cantor Paulinho Moska e a sua outra filha Blinda Bracher que brindou-nos com um curta “Âncoras aos céus”.
Fomos apresentados ao casal de artistas Carlos e Fanny Bracher na inauguração da casa da Maria Elvira, que prometeu-nos o vídeo, que fará parte de futuras noites em Ouro Preto.
Consegui que minha amiga L tirasse algumas fotos que postei.
Após o espetáculo, fomos caminhar ao luar.
Os três artistas emocionados com o espetáculo e eu, agora quase uma artista, lembrando tantas outras noites maravilhosas que passamos em Ouro Preto, eu e meu marido R. Como um final de semana de 12 de outubro que tivemos com o saudoso artista plástico Ivan Marquetti, o cantor João Bosco, ex-aluno da UFOP e amigo do Ivan.
A noite agradável que tivemos com o José Alberto Nemer, Erico Morthe e um almoço no casarão dos Nemer.
Todos os programas sempre regados de um bom vinho, ótimo papo e deliciosas risadas.
Chegamos em casa, acendemos o fogão de lenha, abrimos um vinho e ficamos conversando até tarde da noite.
Acho que conseguimos viajar até o século XVIII, com suas histórias e aventuras.
Acordamos pela manhã e passamos pouco mais três horas na mesa do Café da manhã.
Tenho que dizer que a principal refeição do meu “Bom Será” é justamente o café da manhã, especialmente preparado pelo meu marido R.
Voltamos a Belo Horizonte, agradecemos à amiga R e L a companhia, o carinho e a amizade, que nos fez ter certeza de que fizemos a aposta certa em ter esta casa em Ouro Preto.
Aproveitamos para combinar uma tarde de muita arte, comidas e bebidas em julho.
Ouro Preto é sempre muito bom, mas na Semana Santa e no Festival de Inverno, os programas são imperdíveis.
E fica aqui registrado a nossa admiração ao Prefeito Ângelo Oswaldo por seu trabalho incansável em Ouro Preto e nas artes de uma forma geral.


domingo, 19 de julho de 2009

Dor doída… Gestão do Prazer...

Será que dá para falar de duas coisas tão antagônicas, mas vividas intensamente quase que simultaneamente?
Vou tentar colocar uma pouco mais de emoção neste momento e abrir o meu coração para contar esta vivência.
Sem ansiedade e tranqüila acordei na sexta-feira de manhã para curtirmos um final de semana bonito, alegre e musical, eu, meu marido R e seus amigos.
Não sabia do que se tratava e só conhecia mesmo a amiga de R, OG e seu namorado LP, amigos, simpáticos, divertidos e agora namorados.
Uma linda fazenda do século XIX, bebidas e comidas e um grupo de novos amigos.
Fiquei sabendo que aquela preciosidade tinha pertencido a minha saudosa amiga M e seu irmão OV.


















A minha vida é pautada pela certeza de que estamos todos conectados em vários planos espirituais.
Sabia que existia alguma conexão ali, mas ainda não conseguia entender nem como e nem por que.
Deixei tudo acontecer como sempre faço nessas horas e tentei distrair-me com tudo e com todos.
Neste jantar foi fundada a Gestão do Prazer, que pretendo desfrutar muito com meu marido R e que merece um post futuro.























Após muitas palavras, aconchegos e carinhos, fomos convidados a pousar na fazenda e fiquei constrangida em aceitar, afinal que mulher pode passar uma noite fora de casa sem a sua nécessaire?
Mas o medo de andar 30 km de estrada de terra para chegar ao hotel, falou mais alto, então aceitamos o convite.
Depois de dormir um sono profundo e acordar totalmente descansada, fui tomar um café da manhã maravilhoso e como eu já conhecia alguns casos que minha amiga M tinha contado sobre a fazenda e já tinha até alguns fantasmas conhecidos, juro que viajei em tudo.
Depois de muitas conversas e com o pedido de todos para que nossa anfitriã contasse a história da fazenda, voltamos ao nosso hotel, empolgados, prometendo nos encontrar mais tarde.
Chegamos ao hotel e aí as conexões começaram a fazer sentido.
Quando fui ligar para a Verde, como sempre faço quando viajo, vi uma ligação perdida da minha mãe no meu celular e quando me virei para o meu marido R, ele lívido, intui que alguma coisa havia acontecido.
Ele tinha recebido uma ligação de minha cunhada dizendo que meu pai havia falecido. Só me lembro de ter dito ao meu marido R que eu não tinha perdido o meu pai naquele momento, eu o tinha perdido há mais de 30 anos e que toda aquela mágoa que um dia tinha existido já tinha sido resolvida com todos estes anos de terapia intensiva.
Sabe o que senti além de todo o carinho dos meus amigos e da minha família verde?
A dor mais doída da minha vida.
Quero agradecer a meu pai, pela grande família que ele construiu, apesar das limitações inerentes a todos os pais.
Ele conseguiu construir uma família extraordinária com pessoas ímpares.
Agradeço também a minha amiga M, que com certeza ajudou-o a passar pelo “túnel de luz” para a sua nova vida espiritual.
Tenho certeza que ela levou-me àquela fazenda, que foi uma de suas maiores perdas, para me preparar para esta perda tão prolongada e doída.


















Essa dor tão doída que guardo e sei de cor.
Essa canção do saudoso Sérgio Bittencourt, homenageando seu pai Jacó do Bandolim, foi tocada no bandolim pelo meu irmão MA no velório do nosso pai e me emocionou muito.

Naquela Mesa
Sérgio Bittencourt


naquela mesa ele sentava sempre
e me dizia sempre o que é viver melhor

naquela mesa ele contava histórias
que hoje na memória eu guardo e sei de cor

naquela mesa ele juntava gente
e contava contente o que fez de manhã
e nos seus olhos era tanto brilho
que mais que seu filho
eu fiquei seu fã

eu não sabia que doía tanto
uma mesa num canto, uma casa e um jardim

se eu soubesse o quanto dói a vida
essa dor tão doída, não doía assim

agora resta uma mesa na sala
e hoje ninguém mais fala do seu bandolim
naquela mesa ta faltando ele
e a saudade dele ta doendo em mim
naquela mesa ta faltando ele

sábado, 18 de julho de 2009

Fotos de festas da Verde Que Te Quero Verde assinadas por Denise Magalhães

Algumas fotos de festas da Verde Que Te Quero Verde, projetadas e executadas por Denise Magalhães.
Prove um pouco deste pequeno aperitivo e deguste mais dessas maravilhas na galeria de fotos II aqui ao lado.



quarta-feira, 15 de julho de 2009

SER MINEIRO - FERNANDO SABINO

... Mais uma do Sabino, que eu sempre quis postar e agora acho que chegou a hora.
Em um momento de fragilidade, me senti fotalecida por ser mineira e conviver com tantos amigos como se fossemos uma família que toma café da tarde com biscoitos de nata, pão de queijo, casos e mais casos, todos juntos... sorrindo... felizes...


SER MINEIRO

"Ser mineiro é não dizer o
que faz , nem o que vai fazer ,
é fingir que não sabe aquilo
que sabe , é falar pouco e
escutar muito , é passar por
bobo e ser inteligente , é
vender queijos e possuir
bancos .
Um bom mineiro não laça
boi com imbira , não dá
rasteira no vento , não pisa
no escuro , não anda no
molhado , não estica
conversa com estranhos , só
acredita na fumaça quando
vê fogo , só arrisca quando
tem certeza , não troca um
pássaro na mão por
dois voando .
Ser mineiro é dizer "uai" ,
é ser diferente , é ter marca
registrada , é ter história .
Ser mineiro é ter
simplicidade e pureza ,
humildade e modéstia ,
coragem e bravura ,
fidalguia e elegância .
Ser mineiro é ver o nascer
do sol e o brilhar da lua ,
é ouvir o cantar dos pássaros
e o mugir do gado , é sentir
o despertar do tempo e o
amanhecer da vida . Ser
mineiro é ser religioso e
conservador , é cultivar as
letras e artes é ser poeta e
literato , é gostar de política ,
é amar a liberdade , é viver nas
montanhas , é ter a vida interior ,
é ser gente " .

Fernando Sabino

terça-feira, 14 de julho de 2009

dica de arranjo da semana - Verde Que Te Quero Verde - Denise Magalhães
















ARRANJO CACHEPO DE BAMBU , FLORES CYMBIDIUM, SUCULENTA, FLOR DE BROMÉLIA, EPIDENDRO, PAPIRUS MINI E JUNCÃO.

CYMBIDIUM

Nome científico:
Cymbidium spp.
Família:
Orquidáceas.
Origem:
Asia. India, China, Islandia, Filipinas, Birmania, Australia, Guinea Nueva, Corea e Japão.
PLANTA SUCULENTA
PATA DE ELEFANTE
As plantas suculentas são aquelas nas quais a raiz, o talo ou as folhas foram engrossados para permitir o armazenamento de água em quantidades muito maiores que nas plantas normais. Esta adaptação lhes permite manter reservas do líquido durante períodos prolongados, e sobreviver em ambientes áridos e secos que para as outras plantas seriam inabitáveis.
O exemplo mais típico de suculência é a dos cactos, cujos talos apresentam uma grossa capa de tecido parenquimatoso. Além dos cactos outras diversas famílias vegetais apresentam o mesmo fenômenos.
Os cactos apresentam uma adaptação deconhecida nas demais plantas suculentas. Estes trasnformam as folhas em espinhos que cumprem a dupla função de reter a água e defender a planta de possíveis agressões. A fotossíntese ocorre na própria superfície do talo que armazena o líquido retido.
EPIDENDRUM
Nome científico: Epidendrum sp
Nome Popular: Epidendro, orquídea-estrela, orquídea-crucifixo
Família: Orchidaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: América Central e América do Sul
Ciclo de Vida: Perene
Este gênero compreende numerosas e diferentes espécies, em sua maioria, de características epífitas ou terrestres. A maior parte encontra-se em locais de altitude do Perú, Equador e Colômbia. Uma característica interessante de muitas espécies deste gênero é que suas flores não fazem o movimento que as flores das orquídeas fazem para se posicionar de modo que o labelo fique como uma pista de pouso para os polinizadores, isto é, horizontal com inclinação para baixo.
A inflorescência é como um pequeno buquê de flores pequenas, bastante durável. As flores apresentam coloração muito variada, de acordo com a espécie ou híbrido.
Os híbridos mais populares no Brasil, são geralmente terrestres e apreciam luminosidade intensa, com luz direta nas horas mais frescas do dia. Devem ser cultivados em uma mistura leve de areia, fibra de côco e um pouco de terra vegetal. A adubação deve ser suave, preferencialmente orgânica, como torta de mamona e farinha de ossos. Atualmente encontramos adubos próprios para orquídeas, de liberação lenta.
BROMELIA
Modo de Cultivo :
Seu cultivo é feito em vasos de tamanho médio, em geral de cerâmica,mas também pode ficar em vaso plástico, usando um cachepô, quando seu lugar for dentro de casa.
A luz indireta ou sol somente pela manhã, apesar de que em regiões de clima ameno suporta o sol direto sem queimar as folhas.
O substrato melhor para esta espécie é a mistura de terra, areia, húmus de minhoca e pó de fibras de coco ou casca de pinus decomposta, completando a adubação com adubo foliar bem diluído, na época de crescimento, em geral no início do verão.
A temperatura melhor para cultivo é na faixa de 20ºC.
Sua reprodução é feita por sementes ou perfilhamento.
As sementes são do tipo baga e a semeadura deve seguir o já citado anteriormente.
Os híbridos em geral são estéreis e para garantir a reprodução será interessante cloná-los.
Outras espécies do gênero Aechmea são: Aechmea blanchetiana, Aechmea chantinii, Aechmea aquilega, entre outras.

histórias e receita do drink da semana - MOJITO



















Mojito (pronuncia-se “morrito”), uma tradicional receita cubana preparada com rum, limão, hortelã, açúcar e água com gás.
Esse coquetel, com mais de um século de existência, floresceu nas noites boêmias de Havana usando ingredientes nativos, mas teria sido criado por um inglês em alto-mar. Provavelmente um pirata. A história do Mojito era contada nos bares cubanos pelo escritor americano Ernest Hemingway. Segundo ele, o almirante e aventureiro inglês Francis Drake, primeiro homem branco a aportar em ilhas do Pacífico Sul, apaixonado pelos aromas da hortelã, teria sido o pioneiro a misturar a planta com generosas doses de rum.

Mojito

Ingredientes

1 dose de rum branco (sugestão Havana III ou Bacardi)
Gelo picado a gosto
1 colher (sopa) de açúcar
Suco de 1 limão
1/2 copo de água com gás (cerca de 100 ml)
1 ramo de hortelã (cerca de umas 10 a 12 folhas)

Modo de Preparo

Coloque no copo onde vai ser servido o drink, os 4 últimos ingredientes.
Amasse bem o hortelã (esse é o segredo do bom mojito).
Depois é só adicionar o rum e o gelo.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

sinfonia cultural em Ouro Preto - terceiro ato ...

Chegamos a Pousada do Mondego, sentamos e nos hidratamos, porque as pernas e a garganta estavam um arraso e depois do tanto que andamos e falamos tínhamos realmente que tomar um fôlego.
Como diria Regina Casé, nós agora não matamos a sede nem tomamos água, nós “hidratamos”.
Fomos recebidas na Pousada por uma das proprietárias, a Regina Pereira, que rapidamente engatou uma conversa com nossa amiga L e olha que nem a nossa querida humorista faria um encontro tão engraçado.
Chegando finalmente o “famoso hoteleiro”, casado com a pintora Maria Augusta, fomos todos conhecer a nova casa dos pombinhos que esta sendo restaurada pelo meu marido R.
Uma casa do século XVII que tem uma linda história que um dia eu conto para vocês em um futuro post.
Voltamos para a Pousada e fomos almoçar no Restaurante Bené da Flauta e lá foi uma verdadeira farra.
A amiga L conhecia todo mundo e dava notícias até de quem ela não conhecia. Descobriu uma amiga que está morando em Ouro Preto há dois anos e está muito feliz. Isto foi um novo sinal para mim. Sabe aquele lindo e antigo sonho de morar em Ouro Preto?
O restaurante estava lotado com todos os participantes do Festival, mas conseguimos uma bela mesa no segundo andar e brindamos novamente nosso maravilhoso programa cultural.
Encontramos os amigos, jornalistas e fotógrafos Márcia e Nélio que estavam cobrindo o evento para a Revista Viver Brasil e com este grupo tão alegre, continuamos dando boas risadas.
Quando olhei pro lado, procurando meu marido R, vi que ele tinha sumido.
Tentando imaginar onde ele poderia estar, meu telefone toca e para a minha surpresa, era ele pedindo para encontrá-lo na entrada do restaurante com a máquina fotográfica.
Quem conhece meu marido R, sabe que ele adora fazer sucesso com as mulheres e uma informação adicional: ele gosta das meninas de oito a cem anos.
Quando cheguei, vi meu marido R abraçado com a Zezé Motta.
Ele me perguntou se eu queria tirar uma foto com ela e quando falei que sim, ela disse que trocaria a foto por ele.
Não tive dúvidas e negociei rapidamente.
Tirei as fotos que estou postando e depois das fotos, ela devolveu meu marido R e disse que as mineiras não são fáceis, quando colocam os olhos em um homem, não tem para ninguém.
Claro que eu tinha que surpreendê-la e disse que aprendemos com a Chica da Silva. Tiramos as fotos prometendo nos encontrar na Praça Tiradentes, logo mais à noite, para assistirmos o artista Carlos Bracher pintar Ouro Preto.
Maravilhoso!
Voltando para casa, as meninas resolveram ir conhecer a igreja que fica bem em frente ao nosso “bom será” e mais alguns vizinhos, eu fui dormir para o programa da noite e meu marido R voltou para o seu trabalho na casa da Maria Elvira, inaugurada na última sexta-feira, que ficou maravilhosa e qualquer dia coloco algumas fotos.
Sensacional.
Continua...



quarta-feira, 8 de julho de 2009

Verde que te quero verde por Federico Garcia Lorca...


Muitas pessoas me perguntam de onde vem o nome “Verde que te quero verde”.
A idéia do nome foi da Denise Magalhães, minha amiga e sócia D, inspirada na poesia de Federico Garcia Lorca.
Esse post é uma homenagem a ele, pela sua obra inspiradora, a ela por ser uma artista tão antenada e sensível, a toda a “família verde” e aos nossos clientes, parceiros e amigos, sempre presentes.


Romance sonâmbulo
Federico Garcia Lorca


(A Gloria Giner e a
Fernando de los Rios)


Verde que te quero verde.
Verde vento. Verdes ramas.
O barco vai sobre o mar
e o cavalo na montanha.
Com a sombra pela cintura
ela sonha na varanda,
verde carne, tranças verdes,
com olhos de fria prata.
Verde que te quero verde.
Por sob a lua gitana,
as coisas estão mirando-a
e ela não pode mirá-las.
Verde que te quero verde.
Grandes estrelas de escarcha
nascem com o peixe de sombra
que rasga o caminho da alva.
A figueira raspa o vento
a lixá-lo com as ramas,
e o monte, gato selvagem,
eriça as piteiras ásperas.
Mas quem virá? E por onde?...
Ela fica na varanda,
verde carne, tranças verdes,
ela sonha na água amarga.
— Compadre, dou meu cavalo
em troca de sua casa,
o arreio por seu espelho,
a faca por sua manta.
Compadre, venho sangrando
desde as passagens de Cabra.
— Se pudesse, meu mocinho,
esse negócio eu fechava.
No entanto eu já não sou eu,
nem a casa é minha casa.
— Compadre, quero morrer
com decência, em minha cama.
De ferro, se for possível,
e com lençóis de cambraia.
Não vês que enorme ferida
vai de meu peito à garganta?
— Trezentas rosas morenas
traz tua camisa branca.
Ressuma teu sangue e cheira
em redor de tua faixa.
No entanto eu já não sou eu,
nem a casa é minha casa.
— Que eu possa subir ao menos
até às altas varandas.
Que eu possa subir! que o possa
até às verdes varandas.
As balaustradas da lua
por onde retumba a água.
Já sobem os dois compadres
até às altas varandas.
Deixando um rastro de sangue.
Deixando um rastro de lágrimas.
Tremiam pelos telhados
pequenos faróis de lata.
Mil pandeiros de cristal
feriam a madrugada.
Verde que te quero verde,
verde vento, verdes ramas.
Os dois compadres subiram.
O vasto vento deixava
na boca um gosto esquisito
de menta, fel e alfavaca.
— Que é dela, compadre, dize-me
que é de tua filha amarga?
— Quantas vezes te esperou!
Quantas vezes te esperara,
rosto fresco, negras tranças,
aqui na verde varanda!
Sobre a face da cisterna
balançava-se a gitana.
Verde carne, tranças verdes,
com olhos de fria prata.
Ponta gelada de lua
sustenta-a por cima da água.
A noite se fez tão íntima
como uma pequena praça.
Lá fora, à porta, golpeando,
guardas-civis na cachaça.
Verde que te quero verde.
Verde vento. Verdes ramas.
O barco vai sobre o mar.
E o cavalo na montanha.












Federico Garcia Lorca nasceu na região de Granada, na Espanha, em 05 de junho de 1898, e faleceu nos arredores de Granada no dia 19 de agosto de 1936, assassinado pelos "Nacionalistas". Nessa ocasião o general Franco dava início à guerra civil espanhola. Apesar de nunca ter sido comunista - apenas um socialista convicto que havia tomado posição a favor da República - Lorca, então com 38 anos, foi preso por um deputado católico direitista que justificou sua prisão sob a alegação de que ele era "mais perigoso com a caneta do que outros com o revólver." Avesso à violência, o poeta, como homossexual que era, sabia muito bem o quanto era doloroso sentir-se ameaçado e perseguido. Nessa época, suas peças teatrais "A casa de Bernarda Alba", "Yerma", "Bodas de sangue", "Dona Rosita, a solteira" e outras, eram encenadas com sucesso. Sua execução, com um tiro na nuca, teve repercussão mundial.

A poesia acima foi extraída de sua "Antologia Poética", Editora Leitura S. A. - Rio de Janeiro, 1966, pág. 53, tradução e seleção de Afonso Felix de Sousa.

terça-feira, 7 de julho de 2009

histórias e receita do drink da semana - COSMOPOLITAN





















Depois de Carrie e cia, do seriado sex and the city, o drink Cosmopolitan virou a bebida preferida das antenadas.
Em suas várias idas a barzinhos, clubs e restaurantes, Carrie vivia rodeada do famoso drink, que a acompanhava nas suas muitas indagações sobre os dilemas femininos.
A bebida surgiu nos anos 60 e pouco tem a ver especificamente com a preferência feminina. Duas campanhas de marketing, de diferentes produtos - e separadas por duas décadas - estão ligadas à história da bebida.
Nos Estados Unidos, uma empresa de sucos promoveu um concurso de coquetéis para alavancar vendas de seu suco de groselha. Um dos coquetéis apresentados chamava-se Harpoon e era elaborado com vodka, suco de groselha e um toque de suco de limão. Mais tarde, nos anos 80, durante os testes de mercado de uma vodka citron, o bartender Cheryl Cook decidiu experimentar e trocou a vodka tradicional pela citron, acrescentando ainda cointreau à receita. O ousado Cook batizou seu invento de Cosmopolitan.
Parece que depois da série os bares mais descolodos já tem no seu cardápio o drink. Adoro!























Ingredientes:
-40 ml de vodka citron
-15 ml de cointreau
-15 ml de suco de limão
-30 ml de suco de cranberry (ou groselha)

Como fazer:
Bata os ingredientes na coqueteleira, com pedras de gelo. Depois, coe em uma taça gelada e decore com casca ou fatia de limão para servir.

Onde você encontra esse delicioso drink:
Em BH costumo ir ao super lindo e aconchegante Café com letras, na Rua Antônio de Albuquerque, 781 - Savassi - tel: (31) 3225-9973.
Em Sampa você encontra esse delicioso drink no Empório Santa Luzia, na al. Lorena, 1.471 - Jardim Paulista - tel: (11) 3897-5000
Recomendo.

dica de arranjo da semana - Verde Que Te Quero Verde - Denise Magalhães

















BOUQUET LIZIANTHUS E ROSAS

As Flores de lisianthus chegam à aproximadamente sessenta centímetros de altura e faz parte da família das Gentianáceas.
É originária das regiões desérticas dos Estados Unidos (Texas e Arizona) e México. Apresenta as cores branca, rosa ou roxa. Podem ainda ser mescladas.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

sinfonia cultural em Ouro Preto - segundo ato ...

O nosso segundo dia em Ouro Preto aconteceu de forma tão descontraída e natural que nem precisávamos ter combinado tudo na noite anterior.
Meu marido R foi trabalhar e nós, as três amigas de infância, fomos passear.
Descemos a Rua Alvarenga e fizemos o circuito que normalmente faço.
Claro que não perdi a oportunidade de gritar o nome do meu amigo J, que agora mora em BH, quando passei em frente a sua antiga casa.
Saudades...
Encantada com tanta gente pelas ruas da cidade naquela maravilhosa manhã, nossa amiga R nos disse que o fim de semana em Ouro Preto lembrava muito os programas que ela fazia em Praga e outras charmosas cidades da Europa.
Passamos pela casa que costumamos chamar de “Casa de Santos Dumont”, que pertence ao irmão do meu marido R, um expertise em Santos Dumont e que merece um novo e especial post.
Passamos pelo Hotel do Rosário, a livraria e todas as lojas e restaurantes que ficam na Rua 23.
Ficamos paradas por horas, extasiadas, vendo um casamento nos jardins da Pizzaria Passo, com a cerimônia sendo acompanhada por uma Orquestra de Câmara simplesmente maravilhosa.
Parecia cena de filme.
Passamos pela Casa dos Contos e admiramos a beleza do Chafariz que fica em frente ao Cine Vila Rica e fomos ainda ao Ministério Público e ao Grande Hotel, projeto de Niemayer.
Subimos a Rua direita e continuamos nos encantando com tudo que encontrávamos.
Paramos no Café das Gerais e nos deliciamos com os trabalhos da proprietária e artista Eunice Trópia, que sabe mesclar como ninguém o clássico ao contemporâneo e o Vintage.
Fomos ainda ao Museu do Guignard e ficamos nos divertindo com suas histórias pitorescas e seus amores platônicos.
A amiga L ficou íntima de um casal gaúcho que passeava pelo local e na saída, já se sentindo quase uma ouro-pretana, cumprimentou euforicamente o Prefeito Ângelo Oswaldo, que estava chegando para uma reunião no museu.
Ficamos sabendo mais tarde que o irmão de meu marido R foi empossado diretor do museu.
Passamos pela Praça Tiradentes e fomos ao Museu do Oratório e ao Teatro da Ópera que foi restaurado e está simplesmente maravilhoso e aproveitamos para pegar convites para o Show de um artista francês que tocaria Tom Jobim naquela noite e passamos ainda pelo Deguste, um restaurante muito charmoso de comida mineira e fomos conhecer a pousada que fica no segundo andar do mesmo.
Nossa amiga L recebeu um convite para uma exposição de Jóias que aconteceria no local e ficou empolgadíssima com o programa, prometendo voltar.
Ligamos então para o meu marido R e marcamos de nos encontrar na Pousada do Mondego, para que nossas amigas pudessem conhecer um dos mais lindos e aconchegantes lugares de Ouro Preto, um dos projetos preferidos do meu marido R.
Continua...

sexta-feira, 3 de julho de 2009

"O som do sol" - Cláudio Faria




















Som Livre Lançamento Junho/09 - CD/Cláudio Faria -

O som do sol -

1º álbum solo do músico mineiro com Part. de Beto Guedes e Flávio Venturini.

Clique no título do post e compre o seu no site da Som Livre.

http://bit.ly/GyTfq

Verde Que Te Quero Verde - Revistas

A Verde Que Te Quero Verde está nas revistas Viver Brasi, Vogue Noivas, casamento & companhia, Kaza Festas e Stilo.
Puro charme...