terça-feira, 7 de setembro de 2010

7 de setembro - Independência do Brasil...

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política.
Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal.
Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes.
Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Dia do Fico

Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal.
Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal.
Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico."

Independência ou Morte: 7 de setembro de 1822 - quadro de Pedro Américo













O processo de independência

Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil.
D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino.
Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o "cumpra-se", ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.
O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimentos, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social.
Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.
Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo.
Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : "Independência ou Morte!".
Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil.
No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

Pós Independência

Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México.
Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.
Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil.
O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência.
A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual.
A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.



Fonte

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Feira do Empreendedor 2010 - um sucesso!

A equipe do “Personal Finance” agradece ao SEBRAE-MG e a todos as pessoas que trabalharam para que a Feira do Empreendedor 2010 fosse um grande sucesso.
A Feira do Empreendedor 2010 superou todas as nossas expectativas.
A Feira foi uma excelente oportunidade para trocar informações, experiências e conhecimentos, captar novos clientes e novas oportunidades de negócios.

domingo, 5 de setembro de 2010

História do $...

Com o correr dos tempos as moedas passaram a ter uma representação gráfica, geralmente constituída de duas partes: a designação abreviada do padrão monetário, que varia em cada país, e o cifrão, símbolo universal do dinheiro e que se origina etimologicamente do árabe cifr.
A propósito, conta a mitologia grega que o lendário Heracles (Hércules), para realizar um de seus doze trabalhos, teria necessidade de transpor enorme montanha.
Dispondo de pouco tempo para a escalada, resolveu abrir o caminho, rachando a montanha com sua pesadíssima e indestrutível maça e separando-a em duas, ligando, assim, o mar Mediterrâneo ao oceano Atlântico.
De um lado, ficou grande rochedo, mais tarde chamado de Gibraltar, e, de outro, o Monte Acho, a leste da ilha de Ceuta.
As duas colunas, assim separadas, passaram a denominar-se as "Colunas de Hércules".
É conhecido, por outro lado, que, próximo àquela região, os fenícios fundaram, entre os anos 1000 e 800 a.C., um entreposto comercial em Gades (Cádiz), que se desenvolveu rapidamente graças à agricultura do Vale do Guadalquivir e que perdurou por longo tempo.
Mais tarde, o declínio dos fenícios, no século VI, possibilitou a expansão grega no Mediterrâneo, sobretudo no litoral leste e, a partir de 535, Cartago passou a dominar o estreito de Gibraltar, sustando o avanço grego.
Nas guerras Púnicas, após a vitória sobre Cartago, os romanos, por sua vez, alcançaram o Vale do Gualdaquivir, dominando Cádiz e solidificando a ocupação hispânica, embora essa ocupação tenha sido feita de forma gradual e somente completada pela vitória de Cipião, o Africano (Publius Cornelius Scípio Aemilianus Numantinus).
Assim, o Cristianismo surgiu desde cedo na Península Ibérica, em que pese haver a Espanha sido sucessivamente invadida pelos bárbaros, destacando-se os Vândalos, Suevos, Godos, Astrogodos e Visigodos.
Em 660, com a morte de Ali, encerrou-se a primeira dinastia islamita, tendo início a Dinastia dos Omíadas, que perdurou de 660 a 750.
No ano 710 da era cristã os visigodos recusaram-se a reconhecer, como sucessor do reino, o filho do Rei Vitiza, destronando-o, o que levou a família real a recorrer, apesar da predominância, na Península, do Cristianismo, ao auxílio militar muçulmano.
Os islamitas rumaram, então, em direção ao Ocidente, conquistaram o norte da África, de onde, atravessando o estreito de Gibraltar, partiram para a conquista do Reino Visigodo da Espanha e, mais tarde, de toda a Península Ibérica.
Os Visigodos viram-se, então, compelidos a fugir para as montanhas, de onde, reorganizados partiram para expulsar os invasores, numa luta que duraria sete séculos, quando os antigos habitantes da Península Ibérica, no movimento conhecido como Reconquista, derrotaram os dominadores árabes, que se retiraram definitivamente da região, mantendo em seu poder, apenas, a cidade de Granada, que foi retomada pelos espanhóis em 1492.
A invasão do reino Visigodo, pelos árabes, foi realizada no ano 711 da era cristã, pelo general Djebel-el-Táriq (Táriq-ibn-Ziyád), o Conquistador, em nome dos Califas Omíadas.
As incursões muçulmanas levaram ao continente europeu a cultura árabe que, mais tarde, se espalhou pelo mundo, com as conquistas européias, especialmente de portugueses, espanhóis, franceses, ingleses e holandeses.
Existem duas versões quanto ao caminho percorrido pelo general árabe.
A primeira, em que teria Táriq partido de Tânger, cidade próxima ao Marrocos, e da qual era governador.
A Segunda, em que, para alcançar a Europa, teria Táriq partido da Arábia e passado, sucessivamente, pelo Egito, desertos do Saara e da Líbia, Tunísia, Argélia e Marrocos; cruzando o estreito das Colunas de Hércules e chegado, finalmente, à Espanha. Esse estreito, a partir do século VIII, passou a denominar-se Djebel-el-Táriq e, atualmente, tem o nome de estreito de Gibraltar, palavra que se origina do árabe Djabal.
Táriq mandou gravar, em moedas, uma linha sinuosa, em forma de "S", representando o longo e tortuoso caminho percorrido. Cortando essa linha sinuosa mandou colocar, no sentido vertical, duas colunas paralelas, representando as Colunas de Hércules, com o significado de força, poder, perseverança.
O símbolo assim gravado nas moedas passou a ser reconhecido, em todo o mundo, ao longo do tempo, como cifrão, representação gráfica do dinheiro.

Texto extraído do Livro "Casa da Moeda do Brasil: 290 anos de História, 1694/1984"

Fonte

sábado, 4 de setembro de 2010

Conhecimento e autoconfiança...

Um verdadeiro empreendedor, além de iniciativa, persistência e comprometimento, precisa ter conhecimento e autoconfiança.
Ter confiança em sua capacidade e seu desempenho profissional é que vai fazer você desenvolver a habilidade de transformar simples idéias em negócios efetivos.
Claro que é preciso estar atento e ser capaz de perceber as oportunidades de negócio que o mercado oferece, mas se você não tiver a consciência de suas qualidades e deficiências, em algum momento, você pode puxar o próprio tapete.
Só com uma autoanálise é que você vai perceber a importância de se reciclar, aprimorar e buscar novos conhecimentos.
Fazendo isso, você vai conseguir a autoconfiança necessária para a realização dos seus sonhos e projetos.
Porque só quem é bem informado, conhece o chão onde pisa e sabe onde quer chegar, pode conjugar o verbo realizar.
Com as informações necessárias para o seu negócio, metas estabelecidas, planejamento e monitoramento programados, a dose certa de ousadia e a disposição de correr riscos calculados, você vai poder sair do ciclo da sobrevivência e entrar definitivamente para o ciclo da abundância.
Por último, nunca se esqueça que a organização facilita o trabalho e economiza tempo e dinheiro.
Então, mãos à obra!

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

A importância da comunicação...

Quem se comunica com eficiência está, naturalmente, fazendo o seu "marketing pessoal" e com isso, aumentando as suas chances e possibilidades, em um mundo cada vez mais competitivo

Hoje em dia, se expressar corretamente já não é mais um diferencial e sim uma obrigação.
A comunicação deficiente pode ser confundida com a falta de competência e cuidado.
Aprender a se colocar, colocar limites, definir bem as situações, entender e se fazer entendido é muito importante.
Quando nos expressamos corretamente evitamos uma série de problemas.
Mas tudo bem, não viemos com bula, mas precisamos abrir os olhos, arregaçar as mangas e aprimorar a nossa comunicação, se quisermos nos adaptar aos novos tempos, pois o mundo moderno está cada vez mais ágil.
Hoje em dia, os e.mails já não são mais lidos até o fim e nem sempre todas as ligações são retornadas.
Tudo isso vem a ser o reflexo do dinamismo da vida moderna.
Por isso é importante ser menos prolixo e objetivar se quisermos nos comunicar.
Com o uso, cada vez mais freqüente, de e.mails, torpedos, conversas pelo msn, skype e sites de relacionamento é importante observar pequenos detalhes: se comunicar de forma simples, clara e objetiva, sem perder o bom senso e a educação, abrindo mão de certos formalismos desnecessários, pode ser o "pulo do gato".
Claro que não precisamos ser agressivos, mas acredito que em "certas situações", precisamos inclusive aprender - "Há que endurecer-se, mas sem jamais perder a ternura."
Mas lembre-se, nem tudo pode ser resolvido pela internet e saber se relacionar pode fazer a diferença.

Falando nisso, outro dia eu recebi esse e.mail, que eu achei interessante e divertido:

Cuidado com a pontuação

Um homem rico estava muito mal. Pediu papel e pena. E escreveu assim:

DEIXO MEUS BENS À MINHA IRMÃ NÃO A MEU SOBRINHO JAMAIS SERÁ PAGA A CONTA DO PADEIRO NADA DOU AOS POBRES

Morreu antes de fazer a pontuação.
Eram quatro concorrentes. A quem ele deixava a fortuna?

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:

Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Assim é a vida. Nós que colocamos a pontuação. E isso faz toda a diferença!
(Autor Desconhecido)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Lucia Faria - Personal Finance...

Personal Finance é uma ferramenta de avaliação financeira que vem ajudando diversas pessoas.

Desenvolver soluções criativas e eficazes visando ampliar a consciência mercadológica e capacitar às pessoas para que seu trabalho alcance a excelência exigida pelo mercado.
Este é o Personal Finance, um produto desenvolvido pela Gestora financeira e Consultora Econômica Lúcia Faria, para orientar empresários, empresas e profissionais liberais, dos mais diversos setores, sobre as melhores decisões a serem tomadas a cerca de seus negócios.
Lúcia Faria é Gestora administrativa, financeira, de negócios, de talentos e Consultora Econômica, com atuação consolidada em Gestão administrativa e financeira.
Administradora de Empresas, com 30 anos de experiência em Administração Financeira, Recursos Humanos, Lúcia possui uma vasta experiência em Gestão e Projetos de Viabilidade Econômica (PVE) e Experiência com Business Plan, focando sempre os resultados, aliado à redução de custos, aumento de receita, postura pró-ativa e visão sistêmica do negócio.
Ela ainda possui conhecimento das áreas de tecnologia da informação, novas mídias, processos, custos, transportes e logística em empresas de médio e grande porte.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010